Corinthians X Santos - Libertadores

Quando o ainda técnico Urbano Caldeira comandou o time do Santos no primeiro clássico da história contra o Corinthians, na vitória por 6 a 3, no estádio Palestra Itália, ele jamais poderia sequer sonhar que quase 99 anos depois seu nome estamparia a fachada da Vila Belmiro, palco que receberá o "confronto do século" e mais importante entre os Alvinegros. No mês de aniversário do duelo quase centenário e mais antigo do estado de São Paulo, comemorado no próximo dia 22 de junho, Peixe e Timão começam a decidir as semifinais da Taça Libertadores da América, nesta quarta-feira, às 21h50m, no primeiro embate dos rivais dentro da competição continental.
Nos 20 dias de muita espera e ansiedade desde a definição do confronto, Santos e Corinthians deixaram claro o foco no clássico e deixaram o Brasileirão de lado, a ponto de o Peixe ocupar a 16ª posição, com três pontos, e o Timão ser o lanterna do campeonato, com um ponto. Apesar da expectativa pelo jogo, o tempo foi usado nos dois lados para aprimorar os treinamentos e, principalmente, recuperar atletas lesionados.
Arouca, Borges e Ganso, principal dúvida após uma artroscopia no joelho direito e grande atração do duelo, voltaram a treinar normalmente e estão à disposição de Muricy Ramalho. Já Tite teve as voltas de Jorge Henrique e Paulinho, nome mais badalado no forte conjunto do Timão e principal válvula de escape do ataque corintiano.
Com a responsabilidade de abrir vantagem por atuar em casa, o Peixe conta com Neymar, de volta da Seleção após a sequência de quatro amistosos nos Estados Unidos, para balançar as redes do Timão. Na Vila, aliás, o time de Muricy está invicto em 11 partidas. Apesar disso, o ataque santista enfrentará uma verdadeira muralha defensiva corintiana, com apenas dois gols sofridos em dez jogos na Libertadores, números que rendem o posto de zaga menos vazada da competição continental.
Os responsáveis por mediar o clássico mais importante da história entre Santos e Corinthians serão o árbitro Marcelo de Lima Henrique (RJ), acompanhado dos assistentes Dilbert Pedrosa (SC) e Roberto Braatz (PR). A TV Globo transmite o jogo para todo o Brasil, exceto RS. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances a partir das 21h, com fotos, vídeos, Tempo Real da partida e programa especial flashes ao vivo direto da Vila Belmiro mostrando o ambiente do primeiro clássico das semifinais da Taça Libertadores.
Tite e Muricy, Corinthians x Santos (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)Tite e Muricy, comandantes de Corinthians e Santos 


header as escalações 2
Santos: a grande dúvida no Peixe é a entrada de Ganso no time titular ou apenas como opção para a segunda etapa. Liberado clinicamente, o camisa 10 treinou normalmente dois dias com os titulares e aguarda decisão de Muricy para ser a principal novidade pelo lado do Santos. Além do "maestro", o treinador poderá contar com a volta de Arouca e Borges, recuperados de lesões musculares. O centroavante fica no banco, substituído por Alan Kardec, enquanto o volante vai para o jogo. Desta forma, o provável Santos terá: Rafael; Henrique, Edu Dracena, Durval e Juan; Adriano, Arouca, Elano e Ganso (Borges); Alan Kardec e Neymar.
Corinthians: o técnico Tite bem que tentou fazer mistério, mas acabou confirmando a escalação do Timão para a partida. O treinador não fará mudanças em relação ao time que eliminou o Vasco nas quartas de final e manterá o esquema sem centroavante. O volante Paulinho fez tratamento no início da semana para combater dores nas coxas está recuperado e em condições normais de atuar. A formação é a seguinte: Cássio, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Jorge Henrique e Emerson.

quem esta fora (Foto: arte esporte)
Santos: Fucile (lesão na articulação do pé esquerdo)
Corinthians: Edenílson (fratura no pé esquerdo)

header fique de olho 2
Santos:
 mais eficiente do que todos os atacantes do Timão juntos, com 21 gols em 2012, Neymar, 27 bolas na rede e artilheiro do Santos na temporada, é a maior esperança do Peixe. O craque é o principal astro do confronto e tem quase todos os holofotes apontados para si. Seu amigo inseparável, Ganso, é a outra atração da partida. A expectativa em torno do meia é saber como ele reagirá após se recuperar rapidamente de uma artroscopia no joelho direito, caso entre em campo.
Corinthians: com o ataque em baixa, Paulinho foi decisivo para colocar o Corinthians entre os quatro melhores da América. Agora, nas semifinais, o volante volta a ter papel de destaque no esquema tático de Tite. Além de ajudar a parar o craque Neymar na defesa, será fundamental nas chegadas de surpresa ao setor ofensivo, como aconteceu no gol marcado na classificação diante do Vasco.

header o que eles disseram

Edu Dracena, zagueiro do Santos: “O mais importante é ganhar o jogo e não tomar gols, porque a Libertadores já provou a importância disso. No ano passado, usamos isso ao nosso favor. Os dois times chegaram por méritos e não alcançar a final não é o fim do mundo”.
Tite, técnico do Corinthians: “É o confronto do último campeão brasileiro com o último campeão da Libertadores. Serão dois grandes jogos de duas grandes equipes. O Corinthians é muito forte como equipe. É nisso que podemos vencer”.
header números e curiosidades

* Quer saber quem leva vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia
* Santos e Corinthians se enfrentam pela primeira vez na Taça Libertadores da América e disputam uma vaga na final da competição. O vencedor será o representante brasileiro na decisão. Nos últimos 20 anos, apenas em três oportunidades a Libertadores não teve uma equipe brasileira em sua final: River Plate e América de Cali, em 1996; Boca Juniors e Cruz Azul, em 2001, e Once Caldas e Boca Juniors, em 2004. Neste ano, pela oitava vez consecutiva, a competição continental terá um time brasileiro na final
* O Corinthians é a única equipe que permanece invicta nesta Libertadores 2012. Em dez jogos, o Timão venceu duas vezes o Nacional (2x0 em São Paulo e 3x1 no Paraguai), Cruz Azul (1x0), Deportivo Táchira (6x0), Emelec (3x0) e Vasco (1x0), em São Paulo. Além disso, empatou com o Deportivo Táchira, na Venezuela (1x1), Cruz Azul, no México (0x0), Emelec, no Equador (0x0), e Vasco, no Rio (0x0).
* A decisão do Brasileiro de 2002 foi o confronto mais importante da história dos jogos entre Santos e Corinthians. Na oportunidade, o Peixe conquistou seu primeiro título da competição no formato criado a partir de 1971, derrotando duas vezes o rival no Morumbi. No dia 8 de dezembro, o Peixe venceu por 2 a 0, com gols de Alberto e Renato, e no dia 15 de dezembro novamente ganhou por 3 a 2, com gols de Robinho, Elano e Léo, para o Peixe, além de Deivid e Ânderson para o Timão. Esta foi a última decisão do Campeonato Brasileiro antes da “era dos pontos corridos”.
* O Santos fará seu jogo de número 12 na Vila Belmiro este ano. Em 2012, o Peixe tem ótimo aproveitamento na Vila, com nove vitórias e dois empates, 30 gols marcados e apenas dois sofridos. A última derrota no estádio foi no dia 16 de outubro de 2011, por 1 a 0 para o Grêmio. Atualmente, a invencibilidade dura 14 partidas. Das 40 vezes atuando no local em Libertadores, o Alvinegro venceu 32, empatou cinco vezes e perdeu outras três.
* A defesa é o ponto forte do Corinthians este ano. Em toda a temporada de 2012, o Timão sofreu apenas 24 gols em 36 jogos e só em quatro oportunidades foi vazado mais de uma vez na mesma partida. Além disso, o time do Parque São Jorge não sofreu gols em 18 jogos neste ano. Com dois gols sofridos em dez partidas, a equipe de Tite tem a melhor defesa da Libertadores.

Felipão X Luxa - Copa do Brasil

A atual edição da Copa do Brasil é a grande chance para dois dos maiores técnicos brasileiros dos últimos 20 anos recuperarem a fase de conquistas. Vanderlei Luxemburgo, pelo Grêmio, e Luiz Felipe Scolari, pelo Palmeiras, começam nesta quarta-feira a decisão de uma vaga na final da competição nacional. Há 16 anos, o cenário era o mesmo, mas os técnicos estavam em lados diferentes. Na ocasião, melhor para Luxa, que classificou o Palmeiras em cima do Grêmio de Felipão.

Em meio a tantos duelos incendiários, os jogos das semifinais foram os únicos em que a dupla se encontrou pela Copa do Brasil. “Donos” do país na década retrasada, Felipão e Luxa brigam hoje pela redenção depois de um período de baixa. Eles não admitem, mas sabem que já viveram dias melhores na profissão. Luxemburgo, por exemplo, faz questão de defender seu trabalho.
– Imagina se ganho todos os campeonatos que disputo. Seria o maior campeão de todos os tempos. O importante é pegar a história. Minha carreira é brilhante. Até os que não gostam têm de reconhecer: a carreira do cara é brilhante. É o que digo: jornalista, ao chegar aos 60 anos, vira sábio. Técnico, ultrapassado. Felipão deixou de ser bom técnico? Claro que não! Nem eu – disse o atual comandante do Grêmio, sem esconder seu rancor com as críticas.

Luxemburgo no Palmeiras (Foto: Antônio Carlos Mafalda / Agência Estado) 
Luxa comandou o Verdão quatro vezes: a última foi em 2008
 
Há 16 anos, os técnicos dividiam a hegemonia do futebol brasileiro. O Grêmio de Felipão já era campeão da Copa do Brasil (1994) e da Libertadores (1995). O Palmeiras de Luxa era bicampeão brasileiro (1993 e 94) e campeão paulista com um supertime montado em 96. Os dois jogos foram equilibrados, mas a qualidade técnica alviverde superou a raça tricolor na soma geral.


O primeiro jogo foi vencido pelo Palmeiras: 3 a 1 no Palestra Itália, gols de Rivaldo, Djalminha e Muller (veja os gols no vídeo ao lado). Paulo Nunes descontou para os visitantes. Apenas um jogador daquele Verdão está no clube hoje, mas em outra função. O ex-volante Galeano participou do duelo, e hoje é fiel escudeiro de Felipão na comissão técnica da equipe paulista.
A partida de volta foi no Olímpico, e tão equilibrada quanto a anterior. O lateral-direito Claudio abriu o placar para o Palmeiras e obrigou o Grêmio a tentar pelo menos três gols para levar a decisão aos pênaltis. O time de Felipão só conseguiu dois, com Jardel e Zé Alcino, e acabou eliminado. Na grande decisão, o Palmeiras perdeu o título para o Cruzeiro.

Luis Felipe Scolari Felipão Grêmio 1996 (Foto: Gazeta Press) 
Felipão pelo Grêmio: muitos títulos, mas eliminação na Copa do Brasil de 96

Agora, 16 anos depois, os papeis se inverteram. O palmeirense Felipão, com um time mais raçudo, pega um Grêmio mais técnico nas mãos de Vanderlei Luxemburgo. Ambos sofrem com a escassez de títulos nacionais nos últimos anos. O último de Luiz Felipe Scolari foi a Taça Libertadores de 1999, pelo próprio Verdão. O último de Luxa foi o Campeonato Brasileiro de 2004, pelo Santos.
O atual comandante do Grêmio ainda alega que sempre colocou seus times na Libertadores, mas a Copa do Brasil é, sim, a grande chance de uma taça de grande relevância. Depois dos dois confrontos, só um deles poderá continuar sonhando.

Confira as fichas técnicas dos dois jogos:
29/5/1996 - Palmeiras 3 x 1 Grêmio - Palestra Itália
Gols: Rivaldo, aos 35min, e Djalminha, aos 47 do primeiro tempo; Paulo Nunes, aos 9 e Müller, aos 34 do segundo tempo.
Palmeiras: Velloso, Cafu, Sandro, Cléber e Júnior (Cláudio); Amaral, Flávio Conceição (Galeano), Rivaldo e Djalminha; Müller e Luizão (Elivélton). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Grêmio: Danrlei, Arce, Rivarola, Luciano e Carlos Miguel; Dinho (Émerson), Luís Carlos Goiano, João Antônio e Aílton (Rodrigo); Paulo Nunes (Zé Alcino) e Jardel. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

 
7/6/1996 - Grêmio 2 x 1 Palmeiras - Olímpico
Gols: Cláudio, aos 12min, Jardel, aos 16, e Zé Alcino, aos 33 do segundo tempo.
Grêmio: Danrlei, Arce, Rivarola, Luciano e Roger; Adílson, João Antônio, Aílton e Rodrigo (Zé Alcino); Paulo Nunes e Jardel. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Palmeiras: Velloso, Cafu, Sandro, Cláudio e Júnior; Galeano, Amaral, Rivaldo e Djalminha (Roque Júnior); Müller (Marquinhos) e Luizão (Elivélton). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Felipão X Kleber - Copa do Brasil

As feridas na relação entre o técnico Luiz Felipe Scolari, do Palmeiras, e o atacante Kleber, do Grêmio, tiveram oito meses para serem cicatrizadas. Nesta quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), no Estádio Olímpico, primeira partida da semifinal da Copa do Brasil, será possível ver se o tempo foi suficiente para acalmar os ânimos entre os ex-amigo, agora desafetos. Os caminhos de Felipão e Gladiador se cruzam pela primeira vez desde que o jogador deixou o Verdão xingando o comandante, em novembro de 2011. A expectativa é de que a paz seja reestabelecida, pelo menos momentaneamente.

Montagem Felipão do Palmeiras e Kléberd do Grêmio (Foto: fotos Globoesporte.com e PressDigital) 
Felipão e Kleber: ex-amigos. Agora, desafetos

Os dois lados admitem um cumprimento respeitoso no jogo de quarta-feira. A diretoria do Palmeiras tem visto um Felipão animado para o confronto, devido a tudo que envolve este Grêmio x Palmeiras: além do reencontro com Kleber, há o duelo com Vanderlei Luxemburgo e a chance de ser bem recebido pela torcida tricolor. O técnico teve passagem memorável pelo clube gaúcho nos anos 90.
– Acho que se o Kleber for falar com ele, haverá uma boa recepção. Os dois tinham boa relação no ano passado, mas algumas coisas fora do nosso alcance ocorreram. É coisa de momento, acho que o tempo esfriou suas cabeças – afirmou o vice-presidente do Palmeiras, Roberto Frizzo.

A briga começou em outubro, quando o volante João Vitor se envolveu em uma briga com torcedores do Palmeiras e chegou machucado à Academia de Futebol. O Verdão jogaria com o Flamengo no dia seguinte, no Rio de Janeiro, mas Kleber liderou um movimento para que os jogadores não viajassem no dia anterior à partida. Todos voltaram para suas casas e só embarcaram horas antes do duelo. O protesto muito mal com Luiz Felipe Scolari.

Àquela altura, Kleber era o capitão do time e perdeu a confiança do técnico, que passou a designar o volante Marcos Assunção para a função. A discussão com Luiz Felipe Scolari foi feia, a ponto de o atacante desferir xingamentos ao chefe. O Gladiador reclamava, principalmente, do fato de ninguém da cúpula palmeirense, Felipão incluído, ter prestado apoio a João Vitor depois da briga. Além disso, o Gladiador desabafou pelo fato de enxergar uma equipe mal escalada pelo técnico.
De acordo com relatos de jogadores e membros da comissão técnica que presenciaram a discussão entre os dois, Kleber e Felipão trocaram fortes insultos. O episódio ocorreu no dia anterior ao jogo contra o Fla, quando o jogador liderou o motim.
– Torcedores foram invadir sua casa? Foram invadir a minha – disparou Kleber.
– Você é um m... – retrucou o técnico.
– M... é você! Não sabe armar um time – rebateu o Gladiador.

A relação terminou assim, abrupta, sem qualquer chance de reconciliação naquele momento. Kleber não viajou para enfrentar o Flamengo e nunca mais vestiu a camisa do Palmeiras. Foi negociado com o Grêmio semanas depois. A própria negociação com o Fla, em julho, já havia deixado o ambiente pesado entre técnico e jogador – Felipão imaginava que Kleber estava forçando sua saída para o clube carioca.

Antes das brigas, porém, o relacionamento era quase de pai e filho. Ambos chegaram praticamente juntos ao Palmeiras, na metade de 2010. Imediatamente, o Gladiador virou peça-chave no esquema de Felipão. Ele fez do atacante um centroavante perigoso, e os gols começaram a aparecer. Em grande fase no Campeonato Paulista de 2011, Kleber chegou a ver uma campanha de seu técnico para que fosse convocado para a seleção brasileira. Por boa parte do ano, Luiz Felipe Scolari defendeu que não havia um centroavante melhor do que o seu jogando no Brasil.

Os oito meses subsequentes à briga foram apenas razoáveis para a dupla. Kleber começou bem sua passagem pelo Grêmio, mas uma lesão no tornozelo direito o tirou de combate por mais de dois meses – só agora está voltando à equipe. Já Felipão não conseguiu levar o Palmeiras ao título paulista e está cada vez mais pressionado no cargo. O técnico, inclusive, já afirmou que deixa o clube depois do fim do seu contrato, em dezembro deste ano. Depois do reencontro, apenas um deles terá a chance de buscar o título da Copa do Brasil.


França X Inglaterra - Eurocopa

França e Inglaterra é clássico, o que faz com que o jogo desta segunda-feira pela Euro atraia enorme interesse. Não há como negar a tradição dos dois países no cenário internacional, mas também é impossível ignorar que, hoje, os rivais já não tem o status de equipe grande que um dia ostentaram.


A COPA QUE MUDOU TUDO

O fiasco protagonizado pela França na última Copa do Mundo certamente mudou a percepção do mundo sobre o selecionado francês.
A geração comandada por Zidane havia devolvido a França ao mais alto nível do futebol mundial, depois do hiato pós-Platini. O vice-campeonato mundial de 2006 foi o canto do cisne de Zizou e seus companheiros e 2010 mostrou que os franceses já não estavam no mesmo patamar das grandes potências.
Hoje, a postura francesa é bem mais humilde em relação a um grande torneio como a Euro, o que pode ser uma vantagem. Laurent Blanc vem fazendo um grande trabalho de renovação e não há como negar que o time francês tem potencial interessante para ao menos montar equipes competitivas.
O que é certo é que a geração atual passa longe do brilho dos tempos de Zidane, Vieira e Henry. A Euro pode ser o início da recuperação do futebol francês, mas poucos apostam nos comandados de Blanc para vencer o torneio, um indicativo de que os Bleus perderam a força de antes.
CRISES E LESÕES

Mesmo quando teve todos os seus jogadores de mais alto nível disponíveis para os grandes torneios, a Inglaterra decepcionou nos últimos anos. Agora, com lesões e polêmicas ao redor do ambiente britânico, a situação é ainda pior.

A geração que hoje já envelheceu e não mantém o mesmo nível de antes, comandada por Gerrard, Lampard e Beckham, era bem talentosa e poderia ter dado dias de glória ao futebol inglês. Nas principais competições, porém, o English Team decepcionou.
Com as lesões de jogadores como Barry e Lampard, a polêmica ausência de Ferdinand e a suspensão de Rooney para toda a primeira fase, a Inglaterra chega despedaçada para a Euro, claramente sem ostentar o status de time do primeiro escalão no cenário internacional.
Mesmo se chegasse inteira na Euro, a Inglaterra já não atrairia a mesma confiança pelas constantes decepções dos últimos torneios. Agora, cheia de desfalques, envolvida em polêmica e com um técnico que recém assumiu o comando da equipe, a ordem é não dar vexame no principal torneio do Velho Continente.

Treino - Penalidades

O original deste texto pode ser encontrado (em inglês) no seguinte link direto.
Foram realizadas algumas adaptações ao texto para melhorar se encaixar aos termos utilizados no HT em português do Brasil. Logo não é uma tradução ao pé da letra. Sugestões, críticas ou dúvidas são bem-vindas nos comentários.
Foram removidas as frases da secretária do HT.

Algumas atitudes ou escolhas tomadas no Hattrick podem trazer efeitos negativos agregados a ela, neste post, a idéia é simples; listar as penalidades que podem ocorrer no HT por má gerência. =)
 

Possuir mais do que 50 jogadores no elenco

Efeitos: Pode ocorrer perda do efeito do treino. Pode ocorrer queda no nível do espírito de equipe.
Notas: Isso não acontece mais, pois devido a um monte de bugs menores (como não ser possível escalar o time, não ser possível listar mais do que 50 jogadores na página de jogadores, etc, é atualmente impossível receber um jogador se você possuir 50 ou mais.
Apenas um usuário é conhecido por ter mais de 50 jogadores. É o mesmo usuário que possui um jogador de cada país do HT. Segue um link direto para o time do mesmo.

Possuir mais do que 10 assistentes técnicos e treinadores de goleiro

Efeitos: Pode ocorrer perda do efeito do treino. Pode ocorrer queda no nível do espírito de equipe.
Notas: Alguns usuários afirmam que não existe risco mesmo com 11 funcionários, ou que o risco é muito pequeno. O risco existe, e há casos de usuários que perderam o efeito do treino por esse motivo.
Como foi explicado nesse post, não vale a pena correr o risco pelo mínimo efeito de treino extra. Treinadores de goleiro e assistentes técnicos são considerados como o mesmo funcionário para esse cálculo.

Possuir mais do que 10 psicólogos

Efeitos: Pode ocorrer queda no nível de experiência das formações.
Notas: Os psicólogos já são um dos funcionários mais superdosados do Hattrick. Seu efeito, mesmo quando em quantidade mínima é muito rápido e visível, pois possui efeito diário.
Eu não recomendo sustentar psicólogos por muito tempo e nem uma grande quantidade de psicólogos. Não esqueça dos efeitos negativos da auto-confiança elevada demais nos jogos da liga.

Possuir mais do que 10 porta-vozes

Efeitos: Pode ocorrer queda no nível do humor dos patrocinadores.
Notas: Os porta-vozes são um dos funcionários que a meu entender devem ser priorizados em qualquer equipe. Mas isso não justificará em hipótese alguma possuir 11 ou mais destes funcionários.

Possuir mais do que 10 contadores

Efeitos: Pode ocorrer multa de 10% sobre o valor atual em caixa (Para cada 1 milhão de reais em caixa você perderá 100 mil reais).
Notas: Pelas tabelas de rendimento dos economistas/contadores (que pode ser vizualizada nesse link direto, em inglês) fica óbvio que não é lucrativo manter mais do que 7 contadores em hipótese alguma.
Com isso em mente eu acho desnecessário comentar além. Se houver dúvidas sobre como calcular a quantidade de contadores para o seu clube, poste nos comentários. =)
No futuro eu pretendo fazer um post abordando essa tabela e como aproveitar os contadores de forma a ter REAL lucro.

Possuir mais do que 10 fisioterapeutas

Efeitos: Pode ocorrer queda no nível de juniores (apenas sistema antigo).
Notas: Desconsiderando o provável efeito mínimo de um décimo-primeiro fisioterapeuta, e considerando o foco do treino e inibir lesões em dado jogador e a imunidade da escolinha de juniores sobre essa penalidade, um modo bastante peculiar de reduzir a lesão nos seus jogadores é adotando mais do que 10 fisioterapeutas.
É o único funcionário além do médico onde eu consideraria válido, sobre certas circunstâncias, sofrer os efeitos negativos.

Possuir mais do que 10 médicos

Efeitos: Pode ocorrer queda no nível do humor dos torcedores.
Notas: É disparado o efeito negativo com maior teor de “suportável” por parte dos usuários. Principalmente usado para acelerar a recuperação de jogadores de seleções nacionais.

Escalar 4 ou mais jogadores na mesma posição

Efeitos: Pode ocorrer perda do efeito do treino. Pode não ocorrer aumento de experiência na partida (formação e jogadores).
Notas: Zagueiros e laterais não são considerados a mesma posição. Da mesma forma alas e meio-campos também são considerados posições diferentes.
Você PODE escalar 3 meio-campos, 3 zagueiros e 3 atacantes. O problema está em escalar o quarto. Em qualquer um deles.

Escalar 9 jogadores ou menos

Efeitos: Pode ocorrer perda do efeito de treino. Você perderá o jogo por W.O.
Notas: O problema não está em perder o jogo por W.O. na imensa maioria dos casos, e sim em perder o treino de toda uma semana por descuido.
Esse efeito pode ser facilmente evitado mantendo uma escalação padrão com 11 jogadores e cinco reservas.

Observaçôes
Em todos os eventos a descrição diz que determinado efeito PODE ocorrer, mas para a imensa maioria dos casos ele ocorrerá a cada atualização.

Treino de Assistências - Básico

Mini-guia sobre as possibilidades de treino para fortalecer a assistência dos seus jogadores.
 

Primeiramente, uma visão sobre a utilidade real da assistência para cada posição.
Após, é minha opinião sobre que tipo de jogadores devem ou não receber treino de assistências.
E por último, comparativo entre os dois treinos de assistência.

Goleiros – Ainda não possui utilidade.
Zagueiros e laterais – Aumenta o nível da tática Contra-Ataque quando esta é utilizada.
Alas – Eleva a nota de ataque lateral do lado respectivo ao ala.
Meio-campos – Eleva a nota de ataque central.
Atacantes – Eleva as notas de ataque.
Para todos os casos ajudam no nível das táticas “ataques pelas laterais”, “ataque pelo meio” e contra-ataque.

Isso claro, permite entender que assistência NÃO aumenta posse de bola e NÃO aumenta notas de defesa.
Isso deve ser REFORÇADO para quem pensa que isso vai tornar seus meio-campos melhores.
Ele vai melhorar as notas de ATAQUE ou melhorar o nível do contra-ataque.
NÃO vai aumentar a posse de bola.
Se o seu time JÁ tem um ataque suficiente, NÃO faz sentido treinar assistência em meio-campos.
Se você quer mais POSSE DE BOLA sem elevar a armação dos meios, melhore a forma, resistência e experiência dos meios e alas.
Você também pode utilizar alas e zagueiros com maior armação.
Repito, assistência NÃO afeta posse de bola.


Alguns jogadores NÃO devem receber treino de assistência

Eu NÃO recomendo a utilização de jogadores muito novos (i.e. jogadores com seus 17~18 anos) para receber esse tipo de treino.
O motivo é óbvio, o jogador VAI desvalorizar com o passar do tempo.
Ele valorizaria MUITO mais se recebesse treino de habilidades primárias.
A exceção é se você tem pleno conhecimento de que o jogador possui um sub-nível MUITO alto em assistência e irá subir com apenas 1~2 semanas de treino.
Obviamente, deve receber treino APENAS durante essa 1~2 semanas.
Vale o reforço de como esses jogadores são mais caros, então “desperdiçar tempo” com treinos errados NÃO é interessante.


Eu NÃO recomendo treinar assistência para jogadores de sub20

Exceto em dois casos singulares:
Alas, e apenas depois de atingirem brilhante/magnífico em ala.
Atacantes, e apenas se para levar a assistência de atacantes brilhantes/magníficos (ou maior) até um máximo nível de fraca/inadequada.
QUalquer outra condição NÃO será interessante para a sub20 pelo menor rendimento que o jogador terá do que se fosse treinado em sua habilidade principal.
Especialmemte no caso dos meias, onde eles devem ser treinados apenas em armação.

Eu NÃO recomendo treinar assistência em jogadores que já atingiram nível mítico ou maior em outra habilidade (exceto se for bola parada).
A probabilidade de ele perder níveis nesta outra habilidade durante o treino de assistência é imensa.
Esta situação PODE ocorrer antes dos 27 anos, e as chances aumentam quanto maior o nível e mais velho o jogador.

Eu NÃO recomendo treinar assistência em jogadores sem primária.
i.e. jogadores “puros” em assistência.
Se o fizer, pare em excelente ou no máximo em formidável.
HÁ compradores para esses jogadores, mas não são certeza e os valores de venda são incertos.
Jogadores sem primária, apenas a constar são jogadores que NÃO possuem defesa, armação, finalização ou ala em nível inadequado ou maior.
Da mesma maneira, ficar treinando assistência em jogadores com baixo nível em habilidades (i.e. excelente ou menos) só deve ser feito no começo.
Assim que possível melhores jogadores devem ser utilizados.

Eu NÃO recomendo treinar assistênca em jogadores com mais do que 25 anos.
Até o treino ter resultados, o jogador VAI estar velho.
O jogador vai estar com menor valor de mercado e dependendo da idade, com grandes chances de quedas em outras características.
Se for para “melhorar o desempenho” de um bando de semi-coroas e coroas, treine geral com resistencia acima de 20~25% e tenha um técnico com liderança Boa.
Se você possui apenas 1~2 jogadores nessa situação, é opção sua, mas eu não recomendo.
Devem ser substituídos o quanto antes.

Eu NÃO recomendo treinar jogadores com assistência muito elevada.
É bastante variável, mas salvo se o jogador JÁ tem a habilidade principal (e outras secundárias, como armação para alas) 1~2 níveis acima do nível de assistência, não valerá a pena.
Demorará demais e o retorno normalmente é maior/melhor treinando outra habilidade.
Cada caso deve ser considerado, mas normalmente uma terceira habilidade ou retornar a habilidade principal, vale mais a pena.
O único caso onde PODE valer a pena são zagueiros construídos APENAS para contra-ataque pela lentidão extrema do treino de defesa e maior importância da assistência para esta tática.
E mesmo assim, sempre devem ter um nível de defesa mínimo regular, em torno de no máximo 2-5 níveis abaixo do nível de assistência.


Alguns jogadores MERECEM receber treino de assistência

Eu recomendo o treino de assistência em ex-sub20 que NÃO precisam ter chances de ir para a seleção principal.
 

Os motivos são óbvios:
Jogadores novos, com experiência e com um consideravelmente alto nível de habilidade primária.
O único problema é o preço que eles atingem no mercado quando são vendidos.
Se for comprar um desses jogadores, espere ele NÃO estar convocado.

Eu recomendo o treino de assistência para construir super-zagueiros para Contra-Ataque.
Porém ele deve ser realizado DEPOIS de o jogador receber treino de defesa.
Obviamente o jogador, dependendo da idade PODE voltar a receber treino de defesa depois.

Eu recomendo utilizar jogadores nas faixas de 19 a 23 anos.
jogadores com 18 e 24~25 anos até podem ser utilizados em alguns casos.
O jogador deve ser analizado e comparado com a progressão de outros treinos para jogadores muito jovem e os valores de mercado atingidos.
Se o jogador é mais velho, deve ser analizado e comparado com a futura idade e nivel que vai atingir ao final do treino.
Mesmo assim, o normal é não valer a pena.
Cada caso deve ser analisado separadamente considerando o item respectivo.
Na dúvida ou em períodos de deflação, não treine.

Eu recomendo pesadamente o treino de assistência em alas.
Os motivos são fortes:
Ala é a posição que possui a menor diferença no peso entre a “habilidade primária da posição” e assistência.
Alas são baratos e faceis de achar.
Alas com assistência vendem fácil e bem.
Eu fiz OUTRO post comparativo (link direto) de treinos, sobre treino de alas, que PODE ser combinado com este aqui. =)

Eu recomendo “absorver” jogadores seus (jovens, não coroas) de seu último treino, com nível decente em primároa, para o treino de assistência.
Esses jogadores ajudam seu time a manter o nível, mesmo mudando de treino.
A maior desvantagem é NÃO receber o dinheiro que você iria receber pela venda deles.
A maior vantagem é não ser necessário comprar novos jogadores E ter bons treinaveis.
Outra opção é ficar com eles no futuro no time DEPOIS de treinar a assistência deles.


Existem dois treinos que afetam a assistência, passes curtos e lançamentos

Passes curtos afetam meio-campos, alas e atacantes.
Vai afetar de 5 a 8 jogadores por jogo. Até 16 jogadores por semana.
Lançamentos afetam zagueiros, laterais, alas e meios.
Vai afetar de 7 a 10 jogadores por jogo. Até 20 jogadores por semana.

Passes curtos é mais rápido que lançamentos.
Varia muito com a idade do jogador e do nível da habilidade, além do técnico.
Mas pode-se assumir que para jogadores de 19~20 anos com nível bom e técnico bom, será um valor entre meia semana a uma semana de treino completa de diferença.
Esse valor aumenta quanto maior for o nível de assistência e mais velhos os jogadores e pior a qualidade do técnico.
E obviamente reduz para níveis baixos e jogadores mais novos.

Existem além dos dois treinos duas maneiras “comuns” de utilizar-los.
Com todas as posições de treino (normalmente em amistosos ou partidas muito fáceis ou partidas impossíveis).
E não utilizando uma posição de treino.

Em passes curtos, para ter todas as posições de treino, é necessário utilizar a formação 2-5-3 com 2 alas.
O comum é adotar o 3-4-3 (com 1~2 alas) ou o 3-5-2 (com 2 alas) e perder uma posição de treino.
Em lançamentos, para ter todas as posições de treino, é necessário utilizar a formação 5-5-0 com 2 alas e 2 laterais.
O comum é adotar o 4-5-1 (com 1~2 laterais e 2 alas) ou o 5-4-1 (com 2 laterais e 1~2 alas) e perder uma posição de treino.
Eu não recomendo perder mais do que uma posição de treino utilizando outras formações.
E recomendo pesadamente a não desperdiçar NENHUMA posição de treino em amistosos.

Times com mais jogadores que irão receber o treino, com características defensivas devem optar pelo treino de lançamentos (normalmente).
Times com mais jogadores que irão receber o treino, com características ofensivas devem optar pelo treino de passes curtos (normalmente).
Obviamente, ambos os casos valem apenas para o caso do usuário querer ter os melhores resultados (maiores notas) em partidas possíveis.
É completamente possível (e viável) por exemplo treinar um zagueiro na posição de atacante durante o treino de passes curtos por exemplo.


Evolução das notas de time

O treino de assistência em ambos os casos subirá os níveis de todas as táticas, exceto pressão. E também subirá, a nota de todos os ataques.
No caso de lançamentos, ajudará MUITO a subir o nível da tática contra-ataque.


Jogadores utilizados nos treinos

Não são regras, mas normalmente no treino de passes curtos, os jogadores que serão utilizados como treináveis, são meio-campos, alas e atacantes.
No caso de lançamentos, o comum é ser zagueiros, meio-campos e alas.
É MUITO importante ficar atento a esse “detalhe” ANTES de escolher o treino e antes de comprar os treináveis.


Secundárias e especialidades recomendadas

Menção honrosa para atacantes defensivos, que recebem “um extra” em sua assistência.
E aos atacantes defensivos com especialidade Técnica, onde esse “extra”, é maior.
Outra menção honrosa é aos jogadores (exceto atacantes) imprevisiveis que se tiverem assistência suficiente podem realizar um passe longo.
Zagueiros com defesa regular (que não seria uma secundária) na tática de contra-ataque também são uma ótima pedida.

Técnico - Básico

Técnico (ou Auxiliar Técnico)

Aqui, apresento um mini-guia de informações a respeito dos Auxiliares Técnicos no Hattrick.
O Técnico é um dos melhores investimentos (depois de estádio, e recentemente da Escolinha de Juniores, na minha opinião) que uma equipe de Hattrick pode fazer.
O Técnico possui três características MUITO importantes para a equipe:

Liderança, que afeta o Espírito de Equipe.
Qualidade, que afeta a velocidade de efeito dos Treinos.
Tendência. que afeta as notas do time em campo.


Liderança

Quanto maior a Liderança do Técnico, mais rápido a equipe recupera o nível estável de Espírito de Equipe (quando baixo) ou mais tempo segura o Espírito de Equipe (quando alto).
Esta característica pode ser melhorada através de dois meios:

Psicólogos, que afetam MUITO pouco o Espírito de Equipe, porém sua principal função é elevar a auto-confiança da equipe.

Qualidade do Técnico

Quanto maior a qualidade do Técnico, mais rápido os treinos vão ter efeito nos jogadores e melhor será o nível de forma deles.
Esta característica pode ser melhorada através de dois meios:

Assistentes de Técnico (ou Treinadores de Goleiro, para goleiros) e aumentar a intensidade de treino (e/ou reduzir a porcentagem de treino de resistência).

Tendência

A tendência influencia as notas de jogo.
Existem três tendências que um Técnico pode possuir:


Defensivo: irá priorizar a defesa, as notas de defesa receberão um “bônus”.
Ofensivo:, irá priorizar o ataque, as notas de ataque receberão um pequeno “bônus”.
Neutro: não possui preferências.
 

Alguns usuários dizem que este Técnico fornece metade de cada um dos outros bônus, outros dizem que ele não oferece bônus algum.
O bônus do Técnico defensivo é MAIOR, do que o bônus respectivo oferecido pelo Técnico ofensivo.
O motivo é a predominância de times ofensivos.

Estes valores não são afetados pela qualidade ou pela liderança do Técnico.
O Técnico, é um jogador como outro qualquer (inclusive podendo jogar), mas que possui alguns detalhes:
O Técnico não precisa jogar ou mesmo ter quaisquer habilidades de jogo.
O Técnico não precisa estar saudável, em forma ou com resistênica, muito menos, precisa ser “jovem”.
O Técnico não precisa ser do país do time e não recebe qualquer extra desconto/aumento de salário por ser Técnico.


Trocar de Técnico

Existem duas maneiras de contratar um novo Técnico:
Contratar um Técnico externo.
Promover um jogador a Técnico.


Técnico Externo
Para contratar um Técnico externamente acesse o menu time, pelo guia treino, no link “trocar Auxiliar Técnico”.
Escolha a Tendência, a Qualidade e a Liderança desejada e confira o valor.
Para Técnicos de Qualidade Boa, tende a ser mais barato contratar por este modo, apenas Técnicos com liderança menor do que Inadequada.
O Técnico fica disponível em seguida.
Técnicos por promoção externa possuem subnivel nulo em Liderança.


Técnico Interno
Para transformar um Jogador do seu clube em Técnico, ele precisa preencher dois requisitos, que são, estar a pelo menos 16 semanas no seu clube (ou ser um jogador original do seu clube) e ter Experiência no mínimo igual a qualidade desejada.
A Tendência e a Liderança não interferem no custo de conversão.
Quanto maior a diferença da Experiência do Jogador sobre a Qualidade desejada, mais barato será o custo.
Técnicos por promoção interna possuem subnivel em Liderança idêntico ao que o jogador possui, podendo ser de muito baixo a muito alto.
É bastante interessante deixar sempre um “Técnico Reserva” para caso seja desejada uma substituição de técnico no futuro.
O ideal é comprar o chamado “PacMan”, que é um jogador propício a ser Técnico.
Mesmo que você acabou de trocar de Técnico, é interessante manter um destes no time.
Idealmente falando, PacMans possuem Liderança Boa e Experiência Boa (ou maior), qualquer outra coisa não interessa, seja especialidades, personalidades ou mesmo a idade ou habilidades como jogador.


Fator Cura
Um jogador transformado em Técnico se recupera milagrosamente de qualquer lesão que ele possuir.
Não é Bug, é Feature.


Queda de Liderança

Após algum tempo como Técnico, é normal o jogador Perder 1 nível de Liderança.
Isto demora mais para ocorrer em níveis baixos.
E ocorrerá mais de uma vez.
Técnicos promovidos internamente demorar mais para cair a primeira vez também, pela presença de subnivel de Liderança.
Quando a Liderança chegar a Terrível, a Qualidade começara a cair.


Queda de Qualidade

Similar a queda de Liderança, e iniciará apenas depois de a Liderança cair ao mínimo, é consideravelmente mais rápida e não faz diferença se o nível atual é baixo ou alto.
Independente do caso, é altamente recomendável promover um novo Técnico.


Primeiro Técnico

O Técnico que vem com o clube é um Técnico de Qualidade Fraca com Liderança Fraca (raros times pegam com Liderança Inadequada).
Que, não serve pra muita coisa. É altamente recomendável trocar de Técnico o quanto antes.
Alguns tutoriais indicam um Técnico de Qualidade Razoável ou Bom com Liderança Ruim.
Eu recomendo pegar um com Técnico com Qualidade Boa e Liderança Ruim, E TAMBÉM, comprar um Jogador para ser transformado em Técnico de Qualidade Boa com Liderança Boa.


Problemas

Estou com dois Técnicos, qual é o verdadeiro?
Pela página de Treinos, você é capaz de identificar qual jogador é o seu Técnico.
O outro nunca mais poderá ser usado como Técnico no seu time. Você pode demitir ele, ou promover ao Hall da Fama, ou manter ele e ficar pagando o salário.
Uma vez demitido você nunca mais verá ele de novo no seu clube (mas ainda pode ver ele pela página de ex-jogadores).


Meu Técnico pegou uma lesão durante um jogo, algum problema para o treino ou Espírito de Equipe?
Não.

Na página do clube diz que tenho dinheiro, mas não consigo contratar o Técnico.
O dinheiro irá entrar APENAS na atualização semanal. Antes disso, será impossível contratar o Técnico, exceto se entrar dinheiro por jogos.